A-arte

31 ago

4’33” de John Cage (1952)

White Paintings, de Robert Rauschenberg (1952)

Exposição Le Vide, na Galeria Iris Clert, de Yves Klein (1958)

Zen for Film, de Nam June Paik (1965)

“Com Rimbaud, é diferente: o silêncio parece fazer parte de seu modo de vida, tornando-se seu meio supremo de expressão. Quando ele dá as costas ao verbal é definitivamente, e nesse adeus ele ‘mantém o terreno conquistado’. Estranha compleição de homem dotado como poucos para as invenções e triunfos da linguagem e que desaparece de corpo e alma em seu mutismo, como se ele tivesse percebido um dia que a última palavra está em calar-se, como se, do seu ponto de vista, ‘o combate espiritual’ só pudesse conquistar a vitória através da morte de toda palavra. Como se a verdade, a que deveria ser possuída por uma alma e um corpo, aquela que ‘talvez nos circunde com seus anjos chorando’ fosse um enigma e devesse permanecer um enigma, pelo menos nesta vida e entre ‘as aparências do mundo’.”

BOUNOURE, Gabriel. Le silence de Rimbaud, petite contribution au mythe. Paris: Fata Morgana, 1991.

Pesquisa baseada em: GIANETTI, Claudia. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: C/Arte, 2006.

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Uma resposta to “A-arte”

  1. Joanna Andrade 20/03/2011 às 0:26 #

    Genial.

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