Das coisas que eu gosto e que eu sei que são efêmeras

9 jan

Delícias fugazes na voz de Tulipa Ruiz

Paulistana de Santos e mineira de sangue, tem nome de flor e uma doçura perigosa na voz. Seu álbum de estreia, Efêmera, bem como a faixa que lhe dá nome, foram eleitos pela revista Rolling Stone Brasil como os melhores de 2010. Para dar credibilidade à música da moça, porém, eu não precisaria citar nada disso, nem precisaria dizer nada: bastaria que o leitor ouvisse alguns segundos dessa mulher cantando e, nesse caso realmente não há como ignorar o trocadilho, encantando.

Encantar: nenhum verbo descreve melhor nossos sentimentos ao ouvir a deliciosa voz de Tulipa correndo por sobre versos igualmente deleitosos. Desenhista de livros infantis, a cantora aprendeu música por influência do pai e do irmão, que hoje integram o grupo Pochete Set. As expectativas sobre seu trabalho cresceram quando, depois de deixar a agência de comunicação em que trabalhava para se dedicar inteiramente à composição, conseguiu eu primeiro show individual e colecionou elogios de cacifes como o produtor Nelson Motta. Em 2010, chegou Efêmera, responsável por consolidar Tulipa como uma revelação da nova geração da MPB. Não deixe, leitor, de dar um clique no vídeo abaixo. Garanto que dificilmente irá se arrepender.

1)Efêmera
2)Pontual
3)Do amor
4)Pedrinho
5)A ordem das árvores
6)Sushi
7)Brocal Dourado
8)Aqui
9)Às vezes
10)Da menina
11)Só sei dançar com você

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