O Surrealismo de Emil Alzamora

4 out

“A forma humana é uma constante dentro de meu trabalho. Estou interessado em explorar o que significa habitar um, geralmente exagerando ou distorcendo diferentes aspectos da forma para revelar uma situação emocional ou física, ou contar uma história. Limitação e potencial são tão humanos quanto a carne e tão difíceis quanto tangíveis. Em meu trabalho eu luto para fazer visível essa interação.”

Toxiconomist, 2008.

Afterlife Afterthought, 2005.

Nascido em 75, no Peru, começou sua carreira de escultor em 98 e desde então faz de materiais como bronze, gesso, alumínio e mármore uma arte contemporânea ímpar combinando o idealismo grego do corpo jovem com a proposta surrealista.

Haze, 2008.

Suas obras desafiam nossas concepções sobre o corpo humano ao combinar o belo e o grotesco, suas esculturas se contorcem no espaço, parecendo desafiar a gravidade enquanto seus membros se ampliam e comportam-se além dos limites naturais.

Masochist, 2004.

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