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O Fenômeno dos Pássaros Raivosos

20 maio

Ninguém imaginaria que um jogo para iPhone e iPod Touch faria tanto sucesso. O jogo desenvolvido pela empresa finlandesa Rovio Mobile,  “Angry Birds”, teve milhões de downloads na loja de aplicativos da Apple. Inclusive as versões comemorativas de datas especiais, como é o caso do Natal, Halloween e etc., bem como a versão comemorativa do filme Rio (sobre o qual falamos aqui). Em Angry Birds o jogador deve controlar um estilingue que atira pássaros a fim de atingir os porcos verdes, que roubaram os ovos dos pássaros. Esses porcos estão protegidos com obstáculos, que variam de acordo com o nível.

Com bichinhos de pelúcia, adaptação do jogo em outras plataformas e já tem até versão para o Google Chrome (que você pode baixar aqui). Tem também um vídeo de uma instalação na cidade de Terrassa, na Espanha, que simula o jogo. Confira:

iPad e e-readers X Jornal Impresso

23 mar

Nessa sexta-feira será lançada a segunda geração do iPad, o e-reader da Apple em diversos países. O Brasil continua fora desse circuito de lançamento, o que não faz muita diferença já que a parcela da população que tem condições financeiras de comprar um iPad 2, além de mínima, também tem condições de bancar uma viagem ao estrangeiro, onde um brinquedinho desses tem um preço bem mais acessível.

Acontece que esse tipo de lançamento sempre suscita discussões acerca do futuro da mídia impressa. A grande maioria não acredita que a mídia impressa irá acabar. Particularmente, concordo com esse posicionamento. De qualquer forma, gostaria de abrir a discussão sobre o que nossos leitores acham do futuro das mídias impressas?

iBook, youBook, weallBooktogether

5 mar

O Amazon Kindle, em sua primeira versão

Ninguém tinha muita fé nos e-books, isso é um fato. No começo eram tidos como alternativas interessantes aos livros apenas para aqueles que se prestavam a lê-los na telinha do computador, já que não havia muitos dispositivos capazes de interpretá-los ou exibi-los. A leitura dos e-books, contudo, foi sendo disseminada e atingiu verdadeiro sucesso apenas quando a Amazon.com (maior sítio virtual de vendas do mundo) introduziu seu Kindle, um dispositivo versátil feito exclusivamente para a leitura de e-books e, àquela época, já havia também e-newspapers e e-magazines. O sucesso foi razoável, mas, desde então, só aumentou. Dezenas de jornais, revistas e editoras passaram a produzir versões eletrônicas de seus materiais e comercializá-las lucrativamente; a Amazon passou a considerar o Kindle ultrapassado e engenhou um nova versão, com significativas melhoras em relação à primeira, e o sucesso da leitura virtual se consagrou. Até que veio a surpreendente notícia (ninguém soube, ao certo, se era boa ou ruim) que a própria Amazon havia vendido, no último Natal, muito mais livros virtuais do que físicos.

Parecia ser a maior novidade que iria aparecer, por alguns anos, acerca dos nossos queridos livros, revistas e jornais. Mas não foi. A empresa do americano Steve Jobs, a Apple, como de costume,  não poderia ficar de fora de tal avanço tecnológico. Steve aproveitou essa necessidade e a juntou com mais algumas e deu à luz o iPad, uma espécie de quase-computador que se resume a uma tela com propriedades de interação ao toque do usuário.

iPad exibindo sua página inicial (à esquerda) e uma página do jornal The New York Times (à direita)

A repercussão do aparelho, lançado há pouquíssimo tempo, não vem ao caso. O que apetece a este artigo é que o iPad proporcionou novas oportunidades a leitura de material virtual. Um processador potente e a série de outros recursos dos quais o aparelho dispõe, permitiu a criação do que a Apple chamou de iBooks, livros eletrônicos desenvolvidos especialmente para a leitura no iPad. A maioria dos livros disponibilizados atualmente não é muito diferente dos e-books que já conhecemos, verdade. Mas as novidades chegam com velocidade impressionante. Esta semana a editora Penguin organizou um evento no qual pudemos ter uma amostra do que vem por aí. Veja só:

Parece que o livro nunca esteve tão distante do livro, né? Seria este o futuro da leitura? Ou o ser humano ainda vai preferir a deliciosa sensação de ver a quantidade de páginas que restam diminuindo e diminuindo…? Deixe sua opinião nos comentários.