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No Balanço do INDIE.10 – Parte 1

10 set

O EV! faz um balanço geral do que foi a 10ª edição do Indie – Mostra de Cinema Mundial

Acabou ontem a temporada belo-horizontina da  melhor festa de cinema independente do país e, nós do Extra Virgem!, já estamos com saudades. Como de praxe, o evento foi um sucesso e encheu, entre os dias 2 e 9 de Setembro, as salas do Cineclube Savassi, Usiminas Belas Artes, Cine Hmberto Mauro (Palácio das Artes), mas não mais as do Usina Unibanco de Cinema, que foi fechado (nãããããããõ!) há alguns meses. É uma lástima que não contemos mais com o Usina na programação: lembro-me bem como as noites de Indie costumavam lotar o local que, por si só, já possuía uma atmosfera indie e um ar de garagem cinematográfica extremamente aconchegante. O fechamento do Usina, no entanto, acarretou algumas mudanças (para além de concentrar a intensa movimentação do festival no Belas Artes) como a adição do teatro Klauss Vianna (no complexo do Oi Futuro à Afonso Pena, 4001, Belo Horizonte) ao esquema. Assim, ao visitar o Oi Futuro a fim de assistir a algum filme do Indie 2010, o cidadão também pôde conferir a exposição do FAD – Festival de Arte Digital (que o EV! também vai cobrir, com fotos e tudo, daqui a alguns dias) que também é interessantíssimo. O Indie 2010 agora é transferido para São Paulo, onde ficará em cartaz de 17 a 30 deste mesmo mês.

Assim, eu e o Leonardo, que nos envolvemos mais intensamente com o evento (intensamente até demais, como o leitor deve ter notado pela ausência no blog) soltaremos, ao longo dessa semana pós-Indie, algumas pequenas resenhas, com pôsteres, trailers e nossos pareceres pessoais do que consideramos os melhores filmes do evento deste ano. Afinal, para a maioria de nós, cinema independente de verdade de novo, só no ano que vem com o Indie 2011…

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Atenção, artistas digitais!

15 maio

Para os leitores possuidores de criatividade e alguma técnica em operação de mídias artísticas digitais, o EV! sinaliza duas interessantes oportunidades.

Não importa se você trabalha com 3D ou 2D, nem se usa vetores ou prefere raster. Os adeptos do estilo lo-fi ou artesanal não serão desfavorecidos em relação aos utilizadores de altas tecnologias. CMYK ou RGB? Tanto faz. Para fãs incondicionais da Adobe e também para aqueles que abominam seu monopólio, chega a Belo Horizonte o projeto Show Us Your Type, iniciativa da revista Neue que vem à capital mineira através da Quina Galeria. “Para a edição Belo Horizonte do projeto, a QUINA selecionará 25 trabalhos, mostrando assim o que vem sendo feito atualmente pelos designers de todo o mundo. As peças selecionadas serão expostas na abertura da QUINA do Design e, posteriormente no R-Design Belo Horizonte.”, conta o cartaz de divulgação. A participação é aberta a qualquer pessoa interessada e a única obrigatoriedade é que, no cartaz, conste o nome da cidade. Mais informações podem ser encontradas aqui e, a seguir, alguns exemplos do que foi produzido para a edição de Barcelona:

Para o leitor que se interessou pela Quina Galeria, trata-se de um espaço de exposição e venda de arte com enfoque especial sobre o Design. Está localizada no tradicional e famigerado Edifício Maleta (Rua da Bahia, esquina com Av. Augusto de Lima, Centro de Belo Horizonte), pertinho do Museu Inimá de Paula, sobre o qual já falamos aqui no blog. A Quina constitui uma opção interessante neste campo que, antes de sua instalação em BH, era bastante deficitário na cidade. Quem possuir perfil no Flickr, pode adicionar a galeria por este link para conferir o material exposto e à venda. Para quem quer ficar sempre a par, tem também o Twitter dela aqui.

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Para a segunda seleção de que trata este artigo, continuam valendo as primeiras frases, exceto no que se refere ao conteúdo artesanal. Trata-se do FAD, o Festival de Arte Digital que, pela quarta vez, tem lugar em Belo Horizonte. O festival em si, porém, só será realizado em Setembro, com uma programação interativa e totalmente gratuita na capital mineira. A etapa atual, portanto, é de seleção para os trabalhos que serão expostos.

“O FAD é um festival de arte através de mídias digitais, onde o conteúdo artístico é desenvolvido ou processado em alguma de suas etapas através de  computadores, softwares, hardwares, celulares, filmadoras, camêras digitais e dispositvos eletrônicos e digitais desenvolvidos com baixa ou alta tecnologia.” Serão quatro áreas passíveis de inscrição: Performance, Galeria, Webart e Laboratório. Para ter uma ideia de como se desenvolve o FAD, confira a reportagem que o MGTV fez sobre o FAD 209:

O edital para inscrição está aqui e o formulário para a mesma pode ser acessado por aqui.