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Lirismos de Quinta – 04/07/2013

4 jul

O morto, Mário Quintana

Eu estava dormindo e me acordaram
E me encontrei, assim, num mundo estranho e louco…
E quando eu começava a compreendê-lo
Um pouco,
Já eram horas de dormir de novo!

Lirismos de Quinta – 09/11/2011

10 nov

Um lindo poema que minha querida amiga Gabriela me mostrou e a quem dedico os Lirismos de hoje.

Emergência – Mário Quintana

Quem faz um poema abre uma janela.
Respira, tu que estás numa cela
abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
– para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

Lirismos de Quinta – 24/06/2010

24 jun

Semana da Poesia EV – Terça-feira (23/03/2010)

23 mar

Depois dessa dose tecnológica que a Praça da Liberdade nos injetou, dá até a sensação de ter ficado mais velho, não? Nessa ocasião, quis trazer dois poemas de Mário Quintana que aparecem consecutivos em “A Vaca e o Hipogrifo”:

Verbetes

Infância. – A vida em tecnicolor

Velhice. – A vida em preto-e-branco

Poema

Oh! aquele menininho que dizia

“Fessora, eu posso ir lá fora?”

mas apenas ficava um momento

bebendo o vento azul…

Agora não preciso pedir licença a ninguém.

Mesmo porque não existe paisagem lá fora:

somente cimento.

O vento não mais me fareja a face como um cão amigo…

Mas o azul irreversível persiste em meus olhos.